Naming

Existe uma brincadeira em meio a designers que diz que se o nome da marca tivesse importância, a Wolksvagem não venderia carros no Brasil.

Brincadeiras a parte, o processo de escolha do nome próprio de uma empresa (naming) deve analisar e atender as necessidades da marca, evitando assim, problemas futuros.

A escolha do nome pode transitar por nomenclaturas descritivas, proprietárias, abstratas, entre outros formatos, mas deve utilizar do mecanismo linguístico correto para a sua estratégia. Como a já citada Wolksvagem, que nos tempos atuais, provavelmente teria optado por um nome mais universal para a internacionalização da marca, assim como seu uso na internet.

O Naming no processo de Branding

As marcas se expressam de diversas maneiras, com diferentes objetivos estratégicos. Porém, uma ligação emocional é sempre o mais efetivo para fidelização e memorização das marcas. A ligação emocional se faz através dos nossos sentidos e a sonoridade da marca, a facilidade de escrita e o reconhecimento visual, são intrínsecos ao seu nome.

No processo de branding, o naming deverá ser discutido, pois um nome que apresente falhas sonoras, erros de interpretação, problemas de internacionalização, semelhança a marcas de outros setores, etc podem causar prejuízos futuros nos investimentos de marketing.

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